Marina Azevedo · Psicóloga · CRP 07/31842
Formação, trajetória e jeito de trabalhar
Psicoterapia para adultos e adolescentes, no consultório em Petrópolis (Porto Alegre) ou online. Abordagem: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
Marina Azevedo · Psicóloga · CRP 07/31842
Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul
Sobre mim
Oi, eu sou a Marina.
Sou psicóloga clínica há mais de dez anos e atendo adultos e adolescentes no meu consultório em Petrópolis e online. Escolhi a Terapia Cognitivo-Comportamental porque ela une uma escuta cuidadosa a um trabalho prático: a gente entende de onde vêm os pensamentos e sentimentos que te incomodam e, juntos, encontra formas possíveis de lidar com eles no dia a dia.
Antes do consultório, trabalhei seis anos em um serviço de saúde mental da rede pública de Porto Alegre, onde aprendi que cada pessoa tem o seu tempo e a sua história. É com esse respeito que conduzo cada sessão: sem fórmulas prontas, sem pressa e sem julgamento.
Formação e trajetória
- 2008 – 2012Graduação em PsicologiaUniversidade em Porto Alegre, com estágio em clínica-escola.
- 2013 – 2019Psicóloga na rede pública de saúde mentalAtendimento individual e em grupo para adultos e adolescentes.
- 2015 – 2017Especialização em Terapia Cognitivo-ComportamentalFormação teórica e prática com supervisão clínica.
- 2021Formação em Terapia do EsquemaPara padrões emocionais que se repetem ao longo da vida.
- SempreSupervisão e estudo contínuosSupervisão clínica mensal e participação em grupos de estudo.
Como eu trabalho
Terapia Cognitivo-Comportamental, explicada sem jargão
A TCC parte de uma ideia simples: a forma como interpretamos o que acontece influencia o que sentimos e o que fazemos. Nas sessões, a gente observa esses padrões com calma, entende a história por trás deles e testa, aos poucos, jeitos diferentes de responder. É uma abordagem reconhecida e estudada, mas o mais importante é que ela se adapta a você, e não o contrário.
1
Conversa com direção
Cada sessão tem espaço para o que você trouxer naquele dia, sem perder de vista os objetivos que definimos juntos.
2
Você participa das decisões
Combinamos o foco, a frequência e o ritmo. Nada é imposto, e você pode mudar de ideia no caminho.
3
Ferramentas para a semana
Quando faz sentido, sugiro registros e exercícios curtos para você levar o que conversamos para o dia a dia.
4
Revisões combinadas
De tempos em tempos olhamos juntos para o processo: o que mudou, o que ainda incomoda e como seguir.
O que a terapia não é
- Um lugar para receber conselhos prontos ou ouvir o que você “deveria” fazer.
- Uma conversa em que você precisa ter tudo organizado antes de falar.
- Um processo com prazo fixo ou resultado garantido. Cada história tem o seu tempo.
Quando você quiser começar, estou por aqui.
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